Marcos Albuquerque, Advogado

Marcos Albuquerque

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Eliana França, Costureira de Reparação de Roupas
Eliana França
Comentário · há 8 meses
É meu Papai Noel se transformou numa fraude quando tinha +ou- 10 anos, sempre fui apaixonada pela verdade, (as pessoas que me cercavam mentiam muito) desde cedo aprendi ; escutar atrás das portas, fingir que confio, a não encarar os mais velhos e de cabeça baixa bancar distraída, nunca comentar as descobertas com ninguém próximo. Fiz tanto isso que me tornei invisível, estava lá e os adultos nem notavam) numa destas reuniões eles colocaram todos nós (crianças) num quarto e diziam que o bom velhinho só vinha quando todos estivessem dormindo, fiquei imóvel deitada até que meu primo entrasse tocando um sino, eu ali com o rosto coberto por um lençol que me permitia ver tudo ao meu redor, logo em seguida; entra meu pai com uma lanterna e vai colocando os presentes próximo a cada um de nós. Acabo adormecendo, mais uma mentira descoberta, acordo no meio de uma bagunça, todos abrindo seus presentes, eu e uma prima ganhamos presentes iguais: um minúsculo fogão de plástico, branco com uma galinha assada no forno, lembro até hoje, abri e fechei o forno várias vezes. Esperava outra coisa. Minha prima estava feliz. Eu sempre fui considerada estranha pelo pessoal do meu pai, minha avó paterna se encarregava da propaganda a meu respeito, era ela a minha inimiga número um... Tem razão Papai Noel é um infrator diante das leis. Papai deu várias desculpas para justificar a ausência da figura natalina naquele dia, não tinha desculpas olhando para aquele fogão; eu não queria desculpar ninguém... Mas meus natais eram melhores com Mamãe, eu tinha presentes de meu padrinho, minha avó, tia Sônia , Tia Marlene e de mamãe., vinha de lá feliz, carregada de presentes... Anos depois fui agente de Papai Noel, dia de Natal 2 crianças no portão, me aproximo e pergunto cadê o presente, ouço o seguinte; Ele não passa aqui. Sai e numa destas lojas de uma porta só, comprei uma boneca feia e um carrinho, um bolo pronto, voltei lá e disse para eles que o bom velhinho havia pedido desculpas, errou a casa e deixou os presentes com meu pai, que confirmou minha mentira...Eram Mônica e Paulinho, deviam ter +ou- 6 e 8 anos. Fiz parte da vida deles por um curto espaço de tempo, não mais os vi.

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